Sobre Mim
Artista dedicada ao papel machê há mais de três décadas. Minhas criações são como pequenas PARTES DE MIM, carregadas de SENTIMENTOS e MEMÓRIAS.
O meu trabalho consiste em esculturas tridimensionais, pinturas em tela e objetos, que compõem um universo imaginário único, lúdico, criativo e provocador.
Atravessando o tempo, minhas criações ora nos conduzem ao passado, ora dialogam com o contemporâneo.
Neste passeio atemporal entre formas, cores e sustentabilidade aliada a PRÁTICAS AMBIENTAIS, nascem OBRAS EXCLUSIVAS que seguem ganhando VIDA através das MINHAS MÃOS.
Em PORTUGAL e BRASIL, entre uma estação e outra, semeio as minhas criações e tecendo novas histórias sigo nutrindo a vida dos meus ATELIÊS NOS DOIS PAÍSES.
Biografia
Nascida em São Paulo – 1971, em minha trajetória como artista, realizei exposições,cenografias e intervenções, recebendo premiações e desenvolvendo projetos com diferentes públicos no Brasil e na Europa.
Em 2009, no Brasil, inaugurei meu ateliê na vila turística de Joaquim Egídio em Campinas, que recebeu o Prêmio Ludicidade e foi reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, tornando-se referência cultural viva da história e tradição local.
Mais tarde, em Portugal, mantive meu ateliê ao vivo por nove anos na vila de Óbidos, com o apoio da Câmara Municipal.
Em 2024/2025, os caminhos da arte e da vida me levaram a trocar o rebuliço da vila medieval pela serenidade da Lagoa de Óbidos, onde nasceu o Atelier & Galeria Natasha Faria.
Caminho artístico
Minha jornada começou pela pintura em telas. Há mais de três décadas dedico-me também ao papel machê, uma técnica milenar que abracei como linguagem artística, política e contemporânea.
Do papel nascem formas que inspiram um gesto de cuidado e esperança por um mundo melhor. Minhas obras exploram o universo feminino, o lúdico e o sensível, entrelaçando estética e reflexão social.
O CASAMENTO COM O PAPEL
Foi em 1996 que a minha relação com o papel-machê se tornou um verdadeiro casamento.
Encantei-me com as suas texturas, metáforas e possibilidades criativas. Aos poucos, essa técnica passou a ser minha voz e a fazer parte de minha assinatura artística.
Transformo o que seria descartado valorizando as memórias e os processos. Neste ciclo de morte e vida, moldo os vazios criando novos significados.
Papier mâché, ARTE E SUSTENTABILIDADE.
Afinal, o que pode nascer de um monte de papel descartado?
O papel que já foi semente, folha e árvore, descartado como lixo, hoje RENASCE COMO ARTE .